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Archive for setembro \01\UTC 2010

Cem anos de Corinthians

Sou filho de pai vascaíno. Logo, nasci vascaíno. Eu e meus irmãos. Tenho, ainda hoje uma foto usando uma camisa do Vasco. Porém, no dia 16/12/1990, Corinthians x São Paulos disputavam a final do Campeonato Brasileiro daquele ano, vencido pelo Corinthians, gol do Tupãzinho, de carrinho! Ver aquela torcida vibrando, os jogadores comemorando, a emoção explícita nos olhares de todos foi contagiante! Naquele dia, um dia antes de meu aniversário de oito anos de idade, virei Corinthiano!

Naquela época, meus avós moravam em São Paulo e, qual não foi minha surpresa que uns meses depois, em uma visita a Brasília, meu avô me trouxe uma camisa do Corinthians de presente? Lembro até hoje: era a número 10, vestida pelo Neto, da Kalunga e Finta. Se ali eu ainda tinha alguma dúvida quanto ao time para o qual eu torcia, ela acabava naquela momento! Havia virado Corinthiano mesmo!

E, como todo Corinthiano, fanático, desde sempre! Aprendi que, no futebol, existem times de futebol e o Corinthians. Existem torcedores de outros times e os Corinthianos. Ser Corinthiano é algo que outros torcedores jamais entenderão. Somos uma nação! Uma torcida que supera a de seus maiores rivais (São Paulo e Palmeiras), somadas! Não precisamos vencer para torcer. Não precisamos de título para vibrar. Não precisamos vencer para no dia seguinte usar a camisa do Todo Poderoso Timão – na verdade, precisamos é de um motivo para tirá-la do corpo! O Corinthians é um time do povo. O Corinthiano é um torcedor que tem um time. Para saber como é ser Corinthiano, somente sendo um Corinthiano!

E daí se não temos uma Libertadores? Os outros times não tem a torcida do Corinthians mesmo!

Me orgulho de torcer para este time. Me orgulho de ser Corinthiano!

Parabéns Timão!

Cachoeira pra aliviar a seca de Brasília

Há mais de três meses que não chove em Brasília. Algo normal nesta época do ano, que costuma ir de meados de maio ao começo de setembro. O Lago Paranoá, lago artificial criado para umidificar a cidade nesta época do ano, não resolve nada. Talvez até resolva.Vai que sem ele seria pior…

Para fugir um pouco do calor, hoje fiz um ensaio com uma modelo-não-modelo na Cachoeira do Tororó, localizada na BR-040, a poucos quilômetros de Brasília. A cachoeira é pequena, porém, há belos locais para se fotografar, inclusive uma pequena gruta. Um cenário natural que por si só já enriquece qualquer ensaio fotográfico!

A modelo foi a Kelen Cristina. Beleza por conta da amiga e maquiadora Naya Souza, que também assina a produção de figurino (acervo da modelo e outras peças e acessórios selecionados pela Naya). A assistente de produção foi sua irmã, Mayra Souza, que se dividiu entre as assistências e as sessões de bronzeamento! Fechando a equipe, tive o auxílio dos amigos Daniel Martins e Weverson Paulino, que foram meus assistentes de fotografia. A todos, o meu muito obrigado!

É sempre um desafio extrair expressões, atitudes, poses e olhares de quem nunca foi fotografado antes, ainda mais envolvendo sensualidade nas fotos. Mais difícil ainda quando você nunca viu a pessoa a ser fotografada antes na vida. Mesmo assim, acredito que o resultado deste trabalho tenha sido bastante satisfatório. A equipe gostou, a modelo gostou, eu gostei.

Abaixo, um pequena prévia do que fizemos. Sem edição, sem tratamento, sem nenhum efeito milagroso de Photoshop. A foto e a modelo como elas realmente são. Espero que vocês também aprovem!


>>>> Como nem tudo são flores, a volta da cachoeira foi braba viu! A água que levamos havia acabado, as fotos demoraram mais do que planejado (pra que interromper o que está sendo bom né?!) não comemos, estava calor e estávamos com sede! Estou fora de forma e sedentário! Voltar a malhar já!

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