iPad + Velcro
Duas da maiores invenções de todos os tempos, agora juntas: iPad + velcro. Veja como ambos se completam!
>>>>> Continuo querendo meu iPad!
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(Texto traduzido livremente por mim do original “Eight questions to ask before hiring a photographer”, publicado no blog da agência de imagens Black Star e escrito pelo fotógrafo norte-americano Harrison McClary. Algumas expressões foram alteradas para se adaptar ao idioma português.)
Hoje, qualquer pessoa com uma câmera DSLR e um site pode se auto-denominar fotógrafo profissional. Então, como você, um potencial cliente de um fotógrafo, pode separar o joio do trigo?
Aqui estão oito questões que devem ser feitas a si mesmo antes de contratar um fotógrafo para um trabalho – seja este trabalho uma foto corporativa, um editorial, um retrato, um casamento, uma campanha publicitária ou algum outro evento.
1 – O fotógrafo se apresenta como um profissional?
Você não quer contratar um fotógrafo que chegue ao seu evento parecendo um personagem saído de um filme dos anos 70. Um bom fotógrafo se mistura ao ambiente onde está trabalhando, passando despercebido. Alguém que chame a atenção para si vai tirar a atenção do trabalho. Você quer alguém que tenha bom senso e se apresente vestido adequadamente ao evento que está cobrindo.
2 – Será que ele já fez algum trabalho deste tipo?
Enquanto é normal contratar um generalista ao invés de um especialista, certifique-se que o fotógrafo tenha conhecimento no tipo de trabalho para o qual está sendo contratado. Você não quer um marinheiro de primeira viagem fotografando seu casamento, tampouco quer que o primeiro retrato feito por este fotógrafo seja o do presidente de sua empresa, ou ainda um iniciante em editoriais de moda. Não importa quão talentoso o fotógrafo seja; experiência é fundamental.
3- Você aprovou o portifólio do seu fotógrafo?
Mesmo quando um fotógrafo é notoriamente conhecido, se você não gosta de trabalhos anteriores realizados por ele então provavelmente não gostará do trabalho que ele fará para você. Um fotógrafo tem um certo estilo adquirido ao longo dos anos, que se refletem em seu portifólio. Pedir para que ele realize algo radicalmente diferente de seu estilo é uma receita para o desastre. Pode um fotógrafo capacitado tentar reproduzir qualquer imagem que um cliente solicite? Sim. Ficará tão bom quanto um trabalho realizado dentro do estilo preferido do fotógrafo? Não.
4- Ele te faz perguntas que mostrem estar preparado para o trabalho?
Um bom fotógrafo normalmente fará tantas perguntas quanto o cliente. Ele deve perguntar sobre a locação, o tipo de trabalho a ser realizado e sobre o tipo de fotos que o cliente procura. E ainda deve pedir para visitar a locação caso não a conheça bem. Um bom fotógrafo deve também se preocupar com as condições de luz disponíveis no momento escolhido para a realização das fotos, entre (muitas) outras coisas.
5 – Seu fotógrafo insiste em fazer a foto corretamente – ou a pós-produção dele resolve qualquer coisa?
Muitos fotógrafos deixam de se preocupar com coisas essenciais no momento da realização da foto fazendo uso do argumento de que a pós-produção resolve tudo. O fato é que nada substitui a imagem capturada corretamente. Seu fotógrafo é capaz de realizar fotos onde as cores se apresentem corretamente, onde o fundo não fique totalmente preto e tampouco se misture a cores indesejadas? Seu fotógrafo é capaz de entregar fotos onde o branco não esteja estourado ou o preto não seja um bloco que misture cabelo e fundo? Questione seus conhecimentos técnicos para descobrir.
6 – Seu fotógrafo tem o equipamento adequado ao trabalho?
O fotógrafo tem câmeras extras caso sua câmera pare de funcionar? Ele tem uma câmera reserva, ainda que esta seja de filme? Uma vez estava cobrindo a corrida “Peachtree Road” em Atlanta e duas câmeras Nikon que tinha deixaram de funcionar. Terminei as fotos com minha Leica e ainda assim tive fotos publicadas nas primeiras páginas dos jornais. (comentário deste blogueiro: se eu tivesse duas câmeras Nikon e uma Leica, usaria e Leica como principal e deixaria as Nikons para uma eventual necessidade!) Lentes se quebram também, e um verdadeiro profissional tem uma variedade de lentes que permitem a ele estar sempre preparado para conseguir realizar a foto. Seu fotógrafo tem o equipamento de iluminação necessário para o trabalho que você precisa? Ele carrega baterias e cartões de memórias extras? Não tenha vergonha de perguntar.
7 – As referências de seu fotógrafo conferem?
Antes de tudo, verifique se ele tem referências. E não vale qualquer referência, mas sim de clientes que o tenham contratado para trabalhos semelhantes ao que você procura. Então, verifique com estas referências: ficaram satisfeitos com o trabalho? Foi entregue no prazo combinado? O fotógrafo foi confiável, mesmo encontrando dificuldades inesperadas? Essas referências contratariam este fotógrafo novamente? Não seja negligente, ou irá acabar se arrependendo.
8 – Você tem condições de pagar seu fotógrafo?
Enquanto todos trabalhamos com orçamentos, o preço de um fotógrafo não importa até que você saiba se ele está capacitado para fazer o serviço. Então, contrate o melhor fotógrafo que você puder pagar. Muitas vezes, um cliente está contratando um fotógrafo que será responsável por registrar momentos que jamais se repetirão. Não se engane contratando um fotógrafo sem que você esteja 100% certo de que ele é o ideal para seu trabalho.
Todo o processo, da preparação da foto até a publicação, da criação da capa da revista americana “Macworld”, uma das principais, senão a principal publicação sobre produtos da Apple no mundo.
Video muito bacana. Serve de exemplo para depois entenderem porque uma foto custa mais do que “absurdos” R$ 50,00!
Divirtam-se!
After working on the latest cover for Macworld Magazine I wanted to show what is involved in making a cover. I focused on the three main areas: the photography, photoshop and design. I chose a time lapse format to convey lots of information in a small amount of time. The only drawback of time lapse is that since half a day goes by in 30 seconds, the whole process seam so easy! Lots of details were left out of the design process (like the cover meetings and rounds of layout options). I began to photograph the design process after the layouts had already been narrowed down to just three cover designs.
On the technical side, for the time lapse video, I used the Canon 5D Mark II with a 24mm-70mm zoom. I chose the 5D because of its great image quality with high ISO’s. Canon’s sRAW1 gave me the flexibility of a RAW file with the file size of a jpeg. The actual Macworld cover was taken with a Phase One P65+ digital back attached to a 4×5 Sinar X camera with a 65mm lens.
Many thanks to Rob Schultz for allowing me to invade his office and literally shoot over his shoulder.
The music was used with permission by The Brokenmusicbox.
(Texto extraído da informação do vídeo no YouTube – Peter Belanger.)
Download gratuito de guia de iluminação distribuído promocionalmente pela fabricante de tripés italiana Manfrotto/Bogen para seus clientes, junto à Elinchrom.
O autor? Joe McNally.
>>> Fonte: Mundo da Fotografia – um blog super bacana que descobri nessas minhas madrugadas “googlando” sobre fotografia.
A Andes é a cerveja mais vendida em Mendonza, na Argentina. E este case é simplesmente ducaralho! Há um bom tempo não via algo tão bom. E lamento não ser na publicidade brasileira.
Assistam. E tirem suas conclusões.
>>> Clicando no video, há links para campanhas do mesmo case, inclusive uma onde quem se dá bem é a mulher!
Comentaram comigo e fui atrás de um pouco mais de informação à respeito da foto de 26Gigapixels de Paris! Encontrei uma matéria que saiu no Estadão em 18 de março de 2010 e que reproduzo aqui.
Franceses criam ‘maior foto do mundo’ com panorâmica de Paris
Autores juntaram mais de 2 mil fotos da capital francesa para criar imagem panorâmica de 26 bilhões de pixels.
Dois fotógrafos franceses e uma empresa de informática criaram uma foto panorâmica em 220º de Paris com 26 bilhões de pixels que, segundo eles, seria a maior imagem digital do mundo.
A fotografia em altíssima resolução ocuparia dois estádios de futebol caso fosse impressa, afirmam os autores do projeto Paris 26 Gigapixels.
Para compô-la, os fotógrafos Arnaud Frich e Martin Loyer tiraram 2346 fotos da capital francesa, que foram reunidas em uma só imagem por um programa de computador criado pela empresa Kolor.
A partir da foto panorâmica de 220º exposta no site do projeto, o internauta pode aproximar a imagem para ver em detalhes vários locais turísticos importantes da capital francesa, enquanto escuta como trilha sonora a música do filme O Fabuloso Destino de Amélie Poulain.
As principais referências parisienses, como a Torre Eiffel, o Arco do Triunfo, a Catedral de Notre-Dame, o Museu do Louvre e o monumento Grand Palais podem ser vistas na imagem. Também é possível clicar sobre esses pontos para obter algumas informações sobre sua história e arquitetura.
A altíssima resolução da foto, superior à do site Google Earth, também permite que se observe placas de ruas, objetos nas vitrines e detalhes das roupas de algumas pessoas que aparecem nas imagens.
Com base nisso, os autores do projeto incluíram algumas “surpresas” na foto para divertir os internautas, que precisam vasculhar a imagem para encontrá-las.
Entre as “surpresas”, há animais exóticos nos telhados parisienses e brincadeiras que fazem alusão à região da Haute-Savoie, nos Alpes, onde fica a sede da Kolor. O internauta poderá localizar, por exemplo, um queijo Reblochon, típico da região, sobre uma mesa em uma rua de Paris.
O projeto
Rami Tohme, porta-voz da Kolor, disse à BBC Brasil que as fotos foram realizadas em setembro do ano passado em menos de três horas. Mas o projeto inteiro levou dois anos para ser realizado.
“Não é uma foto revolucionária do ponto de vista artístico, mas ela tem o mérito de oferecer uma vista excepcional da cidade em alta resolução”, disse um dos autores da imagem, o fotógrafo Arnaud Frich, especialista em fotos panorâmicas e visitas virtuais de Paris.
Frich utilizou duas câmeras colocadas sobre uma plataforma motorizada feita sob medida para o projeto Paris 26 Gigapixels para tirar as mais de 2 mil fotos.
Seu parceiro, o fotógrafo Martin Loyer, visitou inúmeros telhados parisienses para escolher o local ideal para que as fotos fossem tiradas: o cobertura da igreja Saint-Sulpice, no bairro de Saint-Germain-des-Près.
“Essa foto mostra as possibilidades que existem com as técnicas para reunir imagens com altíssima resolução. Isso representa um avanço em relação às visitas virtuais”, disse Tohme.
Fonte: Estadão
Já mencionei aqui que sou fascinado por Paris. Perdi alguns bons minutos (muitos, para dizer a verdade) brincando com esta foto, dando zoom, reconhecendo lugares que já visitei. O trabalho é fascinante! E mais bacana ainda é ver o blog contando toda a montagem da foto.
Divirtam-se!
TIve a oportunidade de, em 2008, visitar uma exposição do David Lachapelle em SP, em janeiro, logo após o SPFW – Inverno 08. A exposição foi no MuBe (Museu Brasileiro de Escultura). Numa dessas coincidências da vida, meu último dia em SP era o dia da abertura da exposição. A exposição se chamava “Heaven to Hell”. Por ser abertura da exposição, havia a presença de muitas emissoras de TV, jornais e revistas. Até entrevista para o SP TV da Rede Globo eu dei!
Me chamou a atenção as cores super saturadas, as formas, a composição e a história contada entre modelo e cenário. São imagens criadas a partir de uma imaginação fértil, que nada tem a ver com a realidade, com o dia-a-dia. Imagens que retratam íconos da cultura popular norte-americana e, por que não, mundial, em posições nada comuns. São imagens poderosas, cheias de brilho e de glamour. Nem Jesus Cristo escapou da fértil imaginação de Lachapelle!
Hoje, para minha imensa alegria, recebi um link para um video do Lachapelle no Youtube. Um trecho de um documentário exibido pela GNT, “Olhos mágicos”. Compartilho este video aqui com vocês.
Aos que não conhecem o mágico David Lachapelle, uma busca no Google é rápida, não dói nada e vale muito a pena!
Espero que gostem!

Vergonha, vergonha, vergonha…
Em 30/06/2009 disse que voltaria no dia seguinte para o primeiro post “verdadeiro”. Como perceberam, se passaram 15 dias e eu não dei as caras por aqui…
Bom, recebi este flyer por email. A exposição “30 anos de fotografia”, com curadoria de Rosely Nakagawa, chega hoje à Brasília. Entre obras de inúmeros fotógrafos, o que mais me chamou a atenção foi o nome de Otto Stupakoff, recém-falecido e que foi o primeiro grande nome da fotografia de moda brasileira, tendo, inclusive, sido mais reconhecido no exterior do que no Brasil. Sempre fui um admirador de seu trabalho, é uma de minhas referências e, recentemente, rolou um bate papo gostoso a respeito da vida e trabalho do Otto em um workshop do Bob Wolfenson aqui em Brasília.
Pouco depois de receber o flyer por email, recebi um update via Twitter de uma ex-professora minha de faculdade, com a seguinte mensagem:
“Hoje, às 18h, tem Simonetta Persichetti e Rosely Nakagawa falando sobre Fotografia & Mercado, na Caixa Cultural. Imperdível!” (Rose May – rosemaybsb).
Bom, preciso dizer que já arrumei o que fazer daqui a pouco?
Como tenho a certeza de que a leitura do flyer ficará comprometida, segue o endereço / data da exposição em Brasília.
14/07 – 16/08/2009
Segunda-feira a domingo, das 9h às 21h
61 – 3206 9450
SBS Quadra 04 lotes 3/4 – 4º andar
Anexo do Edifício Matriz Caixa
ENTRADA FRANCA
Ah, para terminar o post, segue trecho de um artigo sobre a exposição, retirado do site do Estadão. A matéria completa(publicada em 11/05/2009 e que não é muito maior do que o trecho abaixo) pode ser visualizada clicando aqui.
“A exposição ”30 Anos de Fotografia”, que acaba de ser inaugurada na Caixa Cultural, em São Paulo, revela a ligação afetiva, intensa e de longa data com o gênero fotográfico vivida pela curadora e pesquisadora Rosely Nakagawa. Uma seleção de 40 imagens de sua coleção pessoal é apresentada nessa mostra, que reúne obras assinadas por nomes como Thomaz Farkas, Cristiano Mascaro, Fernando Lemos, Mario Cravo Neto, João Musa, Luiz Braga e tantos outros.
É um passeio livre pelo gênero fotográfico o que se oferece na exposição, tendo a beleza das composições como ponto principal. A praia, em preto e branco, por exemplo, está nas imagens idílicas e suaves de Carlos Moreira (a de um homem solitário) ou na do momento de um jogo de futebol clicado por Farkas. A coleção de Rosely, que começou a fazer curadorias na década de 1970 e foi responsável pela impulsão da Casa da Fotografia Fuji, é mais ?uma coletânea?, como diz a crítica e colaboradora do Estado, Simonetta Persichetti. Ainda como parte da mostra será realizada na quarta-feira, às 19 horas, uma palestra sobre o tema Fotografia e Mercado, com a participação de Rosely, Simonetta e de Farkas.”
Então é isso. A quem estiver em Brasília e tiver disponibilidade para ir à exposição, fica aqui a dica!
Boa semana para todos!