Este foi um editorial que fotografei em parceria o fantástico Saulo Almeida, da Revista Fino Trato, uma revista eletrônica que aborda moda, beleza e estilo feminino.
Desde o ano passado eu e o Saulo conversávamos sobre fazer algo para o aniversário de Brasília. Após muitas reuniões, diversos brainstormings e muito café e chá mate (bem gelado!) tomados na Praliné da 205Sul (em Brasília), decidimos juntar duas ideias: fotografar um editorial pelos 50 anos de Brasília, completados no último dia 21, e fotografar um editorial inspirado no filme que, à época, estava para ser lançado e a cada dia era mais falado: Alice no País das Maravilhas.
Na mídia, a capital Federal é sempre lembrada por escândalos políticos, mensalões, passeatas e corrupção. Aqui, Alices, Rainhas e Chapeliras Malucas são retratadas na “Brasíla das Maravilhas,” com suas ruas sem esquinas, eixos pra lá de monumentais, Super Quadras, obras de arte feitas de concreto e tesourinhas cortando a cidade.
Esta foi a forma que encontramos para homenagear a cidade em que vivemos e que amamos. O resultado é um editorial doce, delicado, com ares românticos, onde o vermelho e o preto mostram que serão as cores predominantes deste inverno.
Abaixo, o video de making of e algumas fotos do editorial. O trabalho completo pode ser visto na Revista Fino Trato.
Com certeza este foi um dos trabalhos que mais prazer tive em realizar. Espero que gostem!
O mês de abril de 2010 foi simplesmente fantástico!
Agora que ele se encerra, posso dizer: foi, de longe, o mês em que mais trabalhei na minha vida.
Reuniões, editoriais, algumas campanhas publicitárias – inclusive duas na última quarta-feira, três novos clientes, edição de imagens, poucas horas de sono, muito poucas horas de sono, sábados e domingos pregado na cama… e feliz pra caramba com tudo isso! Acho que esta é a grande vantagem de se amar o que faz, e de fazer aquilo que ama!
E que venha maio! E junho, julho, agosto, setembro, outubro, novembro, dezembro, 2o11, 2012, 2013, 2014… 2020… 2030…!
>>> Preciso dizer a razão pela qual não postava aqui há 24 dias?
Todo o processo, da preparação da foto até a publicação, da criação da capa da revista americana “Macworld”, uma das principais, senão a principal publicação sobre produtos da Apple no mundo.
Video muito bacana. Serve de exemplo para depois entenderem porque uma foto custa mais do que “absurdos” R$ 50,00!
Divirtam-se!
After working on the latest cover for Macworld Magazine I wanted to show what is involved in making a cover. I focused on the three main areas: the photography, photoshop and design. I chose a time lapse format to convey lots of information in a small amount of time. The only drawback of time lapse is that since half a day goes by in 30 seconds, the whole process seam so easy! Lots of details were left out of the design process (like the cover meetings and rounds of layout options). I began to photograph the design process after the layouts had already been narrowed down to just three cover designs.
On the technical side, for the time lapse video, I used the Canon 5D Mark II with a 24mm-70mm zoom. I chose the 5D because of its great image quality with high ISO’s. Canon’s sRAW1 gave me the flexibility of a RAW file with the file size of a jpeg. The actual Macworld cover was taken with a Phase One P65+ digital back attached to a 4×5 Sinar X camera with a 65mm lens.
Many thanks to Rob Schultz for allowing me to invade his office and literally shoot over his shoulder.
The music was used with permission by The Brokenmusicbox.
(Texto extraído da informação do vídeo no YouTube – Peter Belanger.)
Experimente digitar a palavra “annie” no Google. A primeira sugestão a aparecer será “annie leibovitz”. E quem diabos é Annie Leibovitz?
Poderia responder aqui que é uma renomada fotógrafa norte-americana, nascida em 1949, que já publicou seis livros, que começou sua carreira na revista Rolling Stone, que fotografa há mais de uma década para a Vanity Fair, que foi casada com a escritora Susan Sontag, que “conheceu” a fotografia enquanto cursava pintura no San Francisco Art Institute e milhares de coisas mais.
Porém, prefiro fazer um exercício de memória aqui: tente se lembrar de uma foto do John Lennon com sua esposa, Yoko Ono. Muito provavelmente, você irá lembrar de uma foto onde ele aparece nu, encolhido em sua cama, dando um beijo na Yoko. Acertei? Bom, este foi o último retrato de John Lennon. E foi feito por Annie Leibovitz. Horas mais tarde ele seria assassinado. Isto foi em 1980.
Annie Leibovitz conseguiu transceder a barreira entre a fotógrafa de celebridades e a celebridade. Ela se tornou uma celebridade. Ao invés de desejar fotografar as pessoas, são as pessoas que desejam ser fotografadas por ela. Particularmente, eu acharia muito bacana se Demi Moore, Tom Cruise, Kirsten Dunst e outros mais desejassem ser fotografados por mim!
Se eu escrevi aqui que o David Lachapelle se destaca pelas cores bem saturadas em suas fotos, por suas cenas repletas de objetos e modelos semi-nus em poses mirabolantes e imagens plásticas, Annie Leibovitz é exatamente o contrário. Suas fotos com pouca saturação, cenários compostos com o necessário apenas (o que não significa pouco, nem muito, mas sim, o “necessário”) para contar a história, figurinos extravagantes, muitas vezes de época. Isto sem mencionar as locações que utiliza em seus trabalhos. Um trabalho executado pela fotógrafa é sinônimo de qualidade. E de preço também.
É clássica sua sessão de fotos para a Vogue norte-americana, onde ela deveria fotografar a atriz Kirsten Dunst (a Mary Jane do “Homem-Aranha”) retratada como a rainha francesa Maria Antonieta. Locação escolhida? Palácio de Versalhes, simplesmente. Francamente, não imagino quanto custe fechar o Palácio de Versalhes para um editorial da Vogue. Mas imagino que custe alguns milhões de dólares.
Excentricidade? Talvez. Não quero entrar no mérito das finanças pessoais da fotógrafa. Para mim, seus problemas pessoais são seus problemas pessoais.
O fato é que seu trabalho é único. Ao ver um editorial fotografado pela Annie Leibovitz, não penso: “wow, isso deve ter custado uma fortuna!” Tampouco penso: “com todo esse material humano e físico que ele tem à disposição, até eu faria!”. Não, não penso nada isso.
Enxergo alma. Enxergo poesia. É uma pintura fotográfica – e fotografia nada mais do que, literalmente, “escrever com a luz”. É direção de arte, pura e simplesmente.
Enxergo um trabalho minuciosamente pensado, planejado. E mesmo assim capaz de retratar a alma de seus retratados. Não tem como olhar para a foto da Whoopi Goldberg mergulhada em uma banheira de leite e não se sentir íntimo, não se sentir presente à sessão se fotos.
Ao ver o trabalho de Annie Leibovitz, me sinto um “vouyer da alma”.
Foi esta a foto que você imaginou no começo do texto?
Demi Moore grávida e nua na capa da Vanity Fair
Uma das fotos mais conhecidas do Rei do Pop.
O cantor Sting, no deserto californiano, em 1985.
Nicole Kidman em 2008.
Essa foto é a cara da Whoopi, não acham?
>>> Referências dos vídeos abaixo:
1 – Parte do documentário ”A vida através da lente” (“Life through a lens”, USA, 2006) dirigido por sua irmã Barbara Leibovitz.
2 – Parte do documentário “A vida através da lente”, onde mostra a sessão da Maria Antonieta mencionada acima.
3 – Video encontrado no Youtube com imagens de alguns trabalhos da fotógrafa.
E se a lista de material escolar pedisse um Nintendo DS? No Japao vai ser assim…
14:09Os estudantes japoneses do ensino fundamental serao autorizados a fazer o que toda criança gostaria – levar o videogame para a aula. A partir do próximo ano letivo, os jovens japoneses terao como ‘material escolar’ um Nintendo DS. A proposta faz parte de uma iniciativa de Shigeru Miyamoto, criador do game Mario, que acredita que as funcionalidades do aparelho – como a capacidade de ler ebooks, por exemplo – podem ser utilizadas com intuitos educacionais. O que obviamente nao impede que assim que o professor virar as costas, os alunos se esbaldem jogando Mario Kart :- ). Siga a lista Quem-escreve-no-Blue-Bus.23/03Jacqueline Lafloufa
Lembro que, quando eu estudava, no hoje distante ano de 1992, eu levei um Game Boy para a escola. Para quem não conheceu, o Game Boy foi o precursor destes videogames portáteis. Era fabricado pela Nintendo, e um dos jogos mais bacanas era o Tetris! Depois dele vieram Game Gear (Sega, tela colorida), PSP, Nintendo DS…
Bom, voltando ao que eu dizendo… em 1992 levei meu Game Boy para a escola. Estava na segunda série do Primeiro Grau (hoje o equivalente ao terceiro ano do Ensino Fundamental). Havia terminado a tarefa que a professora passou e fiquei jogando meu videogamezinho lá na minha carteira, discretamente, sem incomodar ninguém. Não deu outra: meu pai teve que ir buscar o Game Boy com a professora!
Depois de ler esta notícia, só tenho um comentário mais a fazer: quero voltar pra escola!
Sempre digo que passarei a tocar o blog com maior frequencia. Já devo ter dito isso aqui umas três vezes! Mas agora JURO que irei tocar o blog. Pelo menos um post semanal. Mínimo. Promessa que faço para mim mesmo. E promessa para si mesmo é a que mais tem valor!
Já tô com um material para colocar aqui. Irei criar um novo post, para facilitar uma eventual busca futura.
@timtimpotimtim, meu pac dados ILIMITADO, após mto uso, reduz a velocidade? ILIMITADO vira LIMITADO? Seria QUASE ILIMITADO então?! #porratim5 days ago
Almoço Outback com 3contas: drinks no balcão do bar, entrada na mesinha no bar e almoço no restaurante. Pq simplificar qdo pd complicar né?! 3 weeks ago